::::Perfil/fotos::::


           

Nome:Thomas
Idade: 17 anos
Moro: Rio de janeiro
Gosto de: Jogar video game,
Brincar etc...


::::Musica::::


Festa do Bolinha


::::Mural::::





::::Link::::





::::Award::::







::::Histórico::::


- Ver mensagens anteriores



::::Outros sites::::


- DIARIO DE MARY
- COISAS DE MARY
- ANJINHOS DE LUZ
- ALMA GUERREIRA
- BAIANOLÂNDIA
- MACHOLÂNDIA
- BLOGÃO DO IGORARDO
- TERNUR@
- BLOG DAS AMIGAS
- ANJOS DE BARRO
- DIARIO DE AVRI-IRA
- FILHOS DA LUA2


::::Contadores::::


online







::::Creditos::::




Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com






 

Pais e escolas vivem dilema sobre deficiente

DANIELA TÓFOLI
da Folha de S.Paulo

O drama de Regina Duarte na novela "Páginas da Vida" em busca de um colégio para sua filha portadora de síndrome de Down e a recente decisão da Justiça de São Paulo que deu à uma escola particular o direito de vetar a matrícula de uma criança com a deficiência reacenderam o debate sobre a inclusão de alunos especiais em escolas regulares.

A grande maioria de pais e educadores é a favor da inclusão. Mas há quem discorde e defenda escolas especiais alegando, entre outras coisas, que em colégios regulares os estudantes com deficiência ficam com a auto-estima baixa porque são sempre os últimos da turma

***************

Advogada preferiu colocar filha autista em uma escola especial
 

A advogada Cristina Fernanda Arnone, 37, bem que tentou manter a filha Camila, 13, que tem autismo, em uma escola regular. Do berçário aos seis anos, a menina freqüentou as aulas em um colégio sem atendimento especializado, mas Cristina começou a perceber que a filha precisava de mais atenção para desenvolver suas potencialidades.
"Ela foi crescendo e começaram a surgir algumas situações constrangedoras. Foi então que comecei a pesquisar sobre os colégios especiais e gostei das propostas." A advogada acabou matriculando a filha na Escola Indianópolis, na zona sul, que há 33 anos lida com portadores de deficiências. "Adorei o lugar, o trabalho dos professores. A Camila passou a ter um acompanhamento personalizado e se adaptou plenamente."
Durante alguns meses, Cristina chegou a manter a menina nas duas escolas. "Mas ela preferia a Indianópolis. Era onde se sentia à vontade", conta. "Infelizmente, vejo que as escolas regulares ainda não estão preparadas para lidar com as crianças especiais."
Para Nilce Cunha, diretora da Escola Indianópolis, a inclusão acaba machucando emocionalmente a criança deficiente. "Temos de discutir a quem interessa a inclusão. À criança não é. Ela vai estar em um grupo onde todas são mais competentes que ela e a frustração será inevitável", diz. "Além disso, uma escola especializada tem profissionais capacitados para desenvolver muito melhor suas capacidades."
Nilce diz que muitos pais não aceitam o fato de seus filhos serem diferentes. "Eles precisam aceitá-los como são, não adianta querer que sejam iguais aos demais. Nenhuma criança é igual à outra."


São Paulo, domingo, 05 de novembro de 2006
Texto extraído do jornal "Folha de São Paulo"

**************

Thomas,estuda em uma Escola Municípal.A princípio frequentava uma classe regular, mas teve problemas  de adaptação com os colegas.Foi então orientado a ser transferido para outra escola Municipal que possui classe para alunos com deficiência.Hoje ele tem um acompanhamento individual com a professora,pois foi notado que ele junto de crianças com deficiencia maior que a dele,ele iria regredir,devido ao "imitismo".

Cremos que ,cada caso é um caso.E devemos ver o que é melhor para a criança.



- Postado por: ::::Thomas e Jairo:::: às 11h03
   
________________________________________