



Hoje, Dia dos Pais, THOMAS e seu Pai JAIRO, estão juntos comemorando o dia! Na realidade estão desde ontem porque Thomas veio no sábado para dormir aqui em casa. Hoje além de brincarem juntos no computador , iremos os 3 almoçar fora e depois iremos ao cinema. Está sendo um Dia dos Pais muito legal para o Jairo. Para o Thomas, o final de semana está sendo ótimo, mas quanto a ser Dia dos Pais , ele não se importa muito, acho que pra ele todo Domingo é "DIA DO PAI", pois é o dia em que eles saem pra se divertir juntos!!!
(By Mary)
ESTOU PUBLICANDO HOJE , PARTE DE UMA REPORTAGEM DO JORNAL "FOLHA DE S.PAULO", DE 27/07/2006 , SOBRE AUTISTAS E REMÉDIOS:
Autistas usam remédios para controlar aspectos da doença
AMARÍLIS LAGE
da Folha de S.Paulo
Não existe uma medicação específica para autismo, mas muitas pessoas com esse diagnóstico tomam remédios para controlar aspectos como irritabilidade e problemas de sono.
Para Judy Singer, os remédios só devem ser administrados para aliviar sofrimento, "mas não para mudar as pessoas para que elas se encaixem em idéias limitadas sobre o que um ser humano deveria ser".
É uma opinião parecida com a de Fernando Cotta, presidente do Movimento Orgulho Autista Brasil. "As pessoas precisam respeitar o autista. Isso não significa excluir a possibilidade de uma medicação. Se ele tiver problema de atenção, pode tomar algo que possa ajudá-lo, assim como quem tem gripe toma antigripal."
*****
Não há uma perspectiva de cura para o autismo, pois ainda sequer se sabe o que o causa.
Algumas hipóteses já foram descartadas pela ciência, como a "culpa" dos pais na criação dos filhos e a ação de vacinas, diz o psiquiatra Mercadante. Os estudos atuais são voltados ao papel da herança genética e de alguns fatores ambientais.
O que se sabe é que os cérebros de autistas são diferentes em três áreas principais: a amígdala, ligada à emoção e ao comportamento social, o giro fusiforme e o sulco temporal superior. As duas últimas costumam ser ativadas quando se olha para a face de alguém ou se escuta uma voz humana. Os autistas, ao verem ou ouvirem alguém, ativam outra área, responsável pela identificação de objetos.
O autismo costuma aparecer antes dos três anos --nessa idade, diz Mercadante, há uma "poda neural" que reestrutura o cérebro. Suspeita-se que, nos autistas, essa "poda" seja diferente, alterando alguns circuitos cerebrais. Por isso, crianças autistas podem regredir e até parar de falar nessa idade.