::::Perfil/fotos::::


           

Nome:Thomas
Idade: 17 anos
Moro: Rio de janeiro
Gosto de: Jogar video game,
Brincar etc...


::::Musica::::


Festa do Bolinha


::::Mural::::





::::Link::::





::::Award::::







::::Histórico::::


- Ver mensagens anteriores



::::Outros sites::::


- DIARIO DE MARY
- COISAS DE MARY
- ANJINHOS DE LUZ
- ALMA GUERREIRA
- BAIANOLÂNDIA
- MACHOLÂNDIA
- BLOGÃO DO IGORARDO
- TERNUR@
- BLOG DAS AMIGAS
- ANJOS DE BARRO
- DIARIO DE AVRI-IRA
- FILHOS DA LUA2


::::Contadores::::


online







::::Creditos::::




Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com






Pesquisa atribui Autismo

ao nível de mercúrio no corpo
 
 
Autistas têm dificuldades de comunicação

e socialização

Uma nova pesquisa sugere que crianças autistas desenvolveram a doença devido a uma dificuldade em processar o mercúrio, um metal tóxico.

Cientistas americanos investigaram o nível de mercúrio no cabelo de crianças que, mais tarde, se tornaram autistas. Descobriu-se que os cabelos dessas crianças tinham um nível de mercúrio muito mais baixo do que os das outras que não sofriam do mal.

O motivo do baixo nível de mercúrio nos cabelos, segundo os cientistas, pode ser o fato de que as crianças autistas não conseguiram usar o mercúrio propriamente ou tiveram dificuldade em expelir o metal do corpo.

O autismo afeta a maneira como alguém se comunica e interage com outras pessoas.

Suspeita antiga

Já havia suspeitas de que o mercúrio tinha ligação com o autismo.

Um grupo de pais do Canadá e dos Estados Unidos está processando autoridades de saúde porque eles acreditam que o timerosal, uma substância que tem como base o mercúrio e é usada em vacinas, pode ter sido o responsável pelo autismo de seus filhos.

Especialistas se dividem sobre a existência de uma ligação entre mercúrio e autismo.

 Porém, um estudo descarta que vacinas infantis sejam possível causa em autismo.

MONTREAL, 5 jul (AFP) - Vacinas infantis comuns para combater sarampo, caxumba e rubéola não causam autismo, como se acreditava, segundo um novo estudo publicado na quarta-feira no jornal científico Pediatria.

Cientistas do Hospital Infantil de Montreal descartaram suspeitas de que a substância timerosal, encontrada em algumas vacinas, esteja por trás do aumento das taxas da doença após acompanhar 28.000 crianças na província canadense de Quebec.

"Não há relação entre o nível de exposição a vacinas contendo timerosal e taxas de autismo", disse em um comunicado o chefe da equipe de pesquisadores, Eric Fombonne.

A substância timerosal, ou silicato de mercúrio, é usada na fabricação destas vacinas como conservante e para evitar a contaminação por fungos e bactérias.

Estudos passados sugerem que o timerosal poderia ser tóxico para o cérebro, portanto seu uso em vacinas infantis de rotina foi descontinuado, com algumas exceções, segundo a Health Canada.

No entanto, as taxas de autismo continuaram a aumentar desde então, disse Fombonne.

"Segundo nossos dados, a incidência de autismo foi maior em crianças que foram vacinadas após a eliminação do timerosal nas vacinas", afirmou.

"Esperamos que este estudo finalmente dê um fim à difundida crença ligando vacinas com doenças do crescimento como o autismo", acrescentou.

O autismo é uma doença neuropsiquiátrica que prejudica a habilidade da criança de se comunicar e interagir com os outros, afetando uma em 155 crianças.

Nos anos 1990, muitos países se recusaram a vacinar suas crianças contra as perigosas doenças infantis por medo de que as vacinas pudessem causar mais danos do que proteger.

Esta atitude resultou no reaparecimento do sarampo, que causou a morte de várias crianças na Europa, disse Fombonne.

Ele atribui o aumento das taxas de autismo a uma definição mais ampla do autismo e de uma maior consciência sobre a doença.

FONTE: Notícias UOL.



- Postado por: ::::Thomas e Jairo:::: às 22h37
   
________________________________________