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Nome:Thomas
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QUERO DEIXAR PUBLICADO MINHA GRATIDÃO À UMA PESSOA, TÃO ESPECIAL NA MINHA VIDA ACHO QUE NOS JÁ ESTAVAMOS PREPARADOS PARA NOS CONHECERMOS...,  A MARY. NESTE MOMENTO ESTOU SEM PALAVRAS PARA DESCREVER  MEU SENTIMENTO. SÓ AGRADECER A DEUS POR TER CONHECIDO ELA!!! HA SIM, LÁ NO BLOG DIARIO DE MARY, ELA COLOCOU ESTA " ARVORE " DE NATAL :

I

LOV

E  YOU

VERY MUCH

"JAIRO"

FOREVER...!!!!!!

COMO DIZ FABIO JR.

OBRIGADUUUUUUUU !!!!!!!

 

 

 



- Postado por: JAIRO CASTRO às 11h32
   
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THOMAS

Meu Filho , Minha Vida

 

Entrevista  com a psicanalista MONICA TOLIPAN, a respeito de novos métodos usados por ela no tratamento de Crianças Autistas:

 Em entrevista ao JB, a psicanalista conversou sobre o método que batizou de aloterapia, por causa do preconceito enfrentado por sua principal ferramenta: a hipnose.


- Existe um problema para se diagnosticar o autismo?

- Os pediatras não estão preparados, não por culpa deles, mas porque os sintomas não estão sistematizados. Alguns pensam que é exagero da mãe. Muitos me disseram: ''Nunca vi um autista''. Eu respondo que provavelmente já viram, mas não reconheceram. Os dois bebês clássicos que sofrem de autismo são o passivo, que não solicita nada, que pode ser confundido com o bonzinho, e o hipercinético, agitado demais, que não pára um minuto. Nesses casos, só um profissional especializado vai ver que se trata de um problema psíquico. Quis fazer um livro para que as pessoas pudessem identificar precocemente os casos, o que acontece tardiamente, quando o que se pode fazer é muito pouco. Mas sempre se pode fazer alguma coisa, e esse modelo clínico que estou criando está abrindo portas nesse grande enigma para a psicanálise, a psiquiatria, a genética e a biologia. Nunca se encontrou nada significativo que pudesse ser estabelecido como causa do autismo.

- Qual é a hipótese que a senhora apresenta como causa?

- O primeiro ano de vida da criança é fundamental. Qualquer coisa que ocorra com ela - um acidente grave, algo que a atinja nessa idade - pode deixar marcas que mantenham a criança nesse estado autístico. Minha hipótese é que a criança, quando se depara precocemente com um sofrimento para o qual não está preparada, usa esse recurso para não sofrer. Seria um estado hipnótico. A hipnose é um recurso que nós temos contra o sofrimento.

- A senhora não considera o autismo uma síndrome?

- Eu não vejo como uma síndrome, é um estado.

- Sendo um estado, então, fica mais fácil se livrar dele?

- Exatamente. Estou provando que é possível. É claro que vai levar muito tempo, é por isso que preciso da intervenção precoce.

- E por que o tratamento envolve a mãe?

- Qualquer sofrimento na criança muito pequena está relacionado à mãe. Às vezes, um sofrimento da mãe pode afetar o filho. Acho que, além do leite materno, há outro mecanismo de proteção: a mãe fica num estado hipnótico com o bebê, e esse estado protege a criança nos primeiros meses. Minha hipótese é de uma hipnose universal. Todo ser humano nasce nesse estado, que protege a criança quando sai do meio intra-uterino para o extra-uterino, mas depois esse estado se desfaz.

- E as crianças que são abandonadas, o rompimento brusco desse vínculo não seria, então, causa de autismo?

- Haveria dois tipos de autismo: esse em que a criança entra no estado para se proteger de um sofrimento (é o autismo que se manifesta mais tarde) e o verdadeiro autista, que não saiu desse estado depois do nascimento. Esse vínculo tem que ser cortado. Minha hipótese para o autismo é que ele não foi cortado, e a criança permanece nesse estado. Se a mãe entrar em sofrimento na gestação ou no puerpério, ela pode não romper essa ligação. No caso das crianças abandonadas, pode ser que a mãe resolva isso, fazendo esse desligamento, que depende muito da resolução interna da mãe. A psicanalista inglesa Frances Tustin já afirmava que todo ser humano nascia em estado autístico, seria um autismo universal, primitivo, normal. Só que ela não tem a hipótese de que a criança autista seria mantida nesse estado. E eu que estabeleci a relação entre esse autismo e a hipnose.

- Como a senhora construiu essas hipóteses?

- Essas crianças têm muita dificuldade de falar a palavra mãe. Elas não falam ou não é a primeira palavra que falam, por estarem tão identificadas com a mãe.

- Falar significaria nomear a mãe como o outro?

- Exatamente, para elas, a mãe não é o outro.

- O que mais levou a senhora a essas conclusões?

- Estudei hipnose na Sociedade Brasileira de Hipnose Médica e no Miguel Couto [hospital]. Vi que os efeitos eram tão diferentes em cada pessoa, que entendi porque cada autista é tão diferente. Também observei que eles não sentiam dor. 
 Terapia envolve a criança e a família .



- Postado por: JAIRO CASTRO às 10h59
   
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MEU FILHO , MINHA VIDA

 

"AUTISMO"


"Psicanalista defende nova terapia para distúrbio que pediatras demoram a identificar ."

 Cláudia Amorim


Repórter do JB
Mariana Vianna  
 
 A psicanalista Monica Tolipan: "diagnóstico precoce possibilita tratamento "
 

Maria (nome fictício), quando tinha um ano e 8 meses, se comportava como um bebê de apenas seis meses. Mas teve a sorte de ser neta de uma faxineira da APAE. Pela proximidade com especialistas da área de saúde mental, Maria teve seu autismo diagnosticado precocemente, foi submetida a um tratamento novo e hoje, aos três anos, é considerada uma criança normal. A responsável pelo progresso da menina, a psicanalista Monica Tolipan, no livro Uma presença ausente, apresenta esse tratamento inovador, concebido a partir de teorias que desenvolveu na prática clínica, em 35 anos de trabalho em instituições psiquiátricas e mais de duas décadas no atendimento a autistas. Lançando mão de uma linguagem acessível, a psicanalista tem o objetivo de informar leigos e profissionais de saúde sobre essa patologia que, defende ela, pode ter um final bem mais feliz do que se imagina. Segundo Monica, os pediatras não estão aptos a reconhecer o autismo. Muitas vezes, os dois tipos clássicos de bebês que sofrem da doença são confundidos com o muito bonzinho ou com o que não pára um minuto. É só na fase da educação infantil, através da professora, que a criança autista vai ter sua doença descoberta. Essa demora pode ser fatal para o tratamento, já que o diagnóstico precoce influencia enormemente os resultados.



- Postado por: JAIRO CASTRO às 22h02
   
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THOMAS

"MEU FILHO,MINHA VIDA"

O que é Autismo?
 
O autismo é um transtorno do desenvolvimento, que manifesta-se tipicamente antes dos 3 anos de idade.  Este transtorno compromete todo o desenvolvimento psiconeurológico, afetando a comunicação, (fala e entendimento) e o convívio social, apresentando em muitos casos um retardo mental.  Segundo pesquisas, cerca de 60% dos indivíduos autistas apresentam epilepsias.

Por ainda não ter uma causa específica definida, é chamado de Síndrome (=conjunto de sintomas) e foi primeiro classificado em 1943 por Leo Karner.  Hans Asperger pesquisou e em 1944 classificou a Síndrome de Asperger, um dos espectros mais conhecidos do Autismo, a grosso modo, um autismo brando.  Ao conjunto de determinadas variações, chamamos de Espectro do Autismo, pois somam-se as características autísticas, outras específicas de cada grupo de outros sintomas.
Em recente estatística publicada pela revista americana Time Magazine (Maio/2002), a incidência de autismo atualmente é 1 em cada 175 nascimentos sendo 4 meninos para 1 menina.  Como em qualquer síndrome o grau de comprometimento pode variar do mais severo ao mais brando e atinge todas as classe sociais, em todo o mundo.  Já em 2003 as estatísticas apontam 1 caso de autismo para cada 150 nascimentos.

O autismo é geralmente diagnosticado por um médico neuropediatra ou por um psiquiatra especializado em autismo.

Ainda não se tem uma causa específica, mas há várias suspeitas de possíveis causas e as pesquisas não param.

(Autiastas.org)
 



- Postado por: JAIRO CASTRO às 18h41
   
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