


POR FAVOR EU SOU UM BLOGUEIRO NOVO ERREI , ESTA É A CONTINUAÇÃO DO TEXTO ABAIXO...FINAL DA REPORTAGEM :
TEXTO DA REPORTAGEM
Com esta receita, a Casa da Esperança, em Fortaleza, virou referência no Brasil quando se fala em ajudar o desenvolvimento de crianças e adultos autistas.
O carinho foi a melhor forma para compreender o mundo de Ênio. Ele dava os primeiros passos quando os pais perceberam que o único filho era diferente dos coleguinhas da escola.
"Ele não estava se enturmando, ficava isolado, num cantinho”, conta Raimundo Gomes Pereira, pai de Ênio. No diagnóstico, uma só palavra, até então, fora do vocabulário da família. "Tomei nota dessa palavra, fui ao dicionário, autismo com ‘u’ e verifiquei o que significava", prossegue ele.
O autismo é um problema no desenvolvimento que afeta a capacidade da pessoa se relacionar com as outras e atinge principalmente os homens.
A médica Fátima Dourado tem cinco filhos, dois deles autistas. Pablo é o mais novo. Aos 21 anos não fala, mas com gestos e olhares expressa o afeto pela mãe. "Eles redesenharam a minha vida e eu tenho que dizer que eu sou uma pessoa mais bacana, melhor pôr causa deles", afirma ela.
Tão especial que ela resolveu dividir a experiência com os outros pais. Há 11 anos criou em Fortaleza a Casa da Esperança, uma ONG com médicos, escola e cursos profissionalizantes. Os alunos têm a opção de ficar o dia todo na casa e desenvolver várias atividades. Os quadros pintados pôr eles demonstram bem a alegria dos ambientes, a oficina de serigrafia revela talentos. Adultos e crianças autistas encontram espaço para desenvolver habilidades.
Durante mais de 20 anos, Tiago foi um jovem tímido, de poucas palavras. Até revelar o inesperado. "Fora da música ele fica tenso, mas na música ele se encontra", conta Tereza Pereira, assistente social.
Encontra até liberdade para escolher um repertório bem variado. "MPB, infantil, jovem guarda, forró, sertanejo", enumera.
Tiago tem platéia nas apresentações. Mais que um músico, ele representa um mundo novo para pais e filhos.
LEMBRANODO A TODOS QUE THOMAS É UMA CRIANÇA HOJE TEM 13 ANOS,
É FRUTO DE UM CASAMENTO QUE INFELISMENTE NÃO RESISTIU POR DIVERSOS MOTIVOS. PRINCIPALMENTE AO DESAMOR ENTRE EU E A MÃE DELE. HOJE ESTAMOS SEPARADOS A ALGUNS ANOS, PAGO PENSÃO ALIMENTICIA E TENHO LIVRE Á VISITAÇÃO. SE FAÇO ALGUMA COISA PARA MELHORAR O ESTADO DO THOMAS ? ACHO QUE FAÇO SIM !!
MAIS AINDA ACHO POUCO, QUANDO POR ALGUM MOTIVO NÃO POSSO IR VÊ-LO ELE E TAMBEM EU SINTIMOS FALTA!
NO JORNAL HOJE DA REDE GLOBO DESTE DIA 03 01 2005, PEGUEI ESTE TEXTO QUE SE SEGUE MAS TENHO CERTEZA QUE SERÁ UTIL PARA ALGUEM QUE PRECISE DESTAS INFORMAÇÕES.
Segunda-Feira, 03 de Janeiro de 2005
Casa da Esperança
A Casa da Esperança, em Fortaleza, já é referência no Brasil quando se fala em ajudar o desenvolvimento de crianças e adultos autistas. Confira mais informações sobre esse trabalho.
A ONG Casa da Esperança fica na Rua NS9, 11, na Água Fria, em Fortaleza. Telefones para contato: (85) 3081-4872, 3081-4873.
No Ceará, a referência no atendimento ao autista é a Fundação Especial Permanente Casa da Esperança, que atende pelo menos 200 autistas. A instituição é gerenciada pôr Fátima Dourado, que teve cinco filhos, dois deles autistas. A casa oferece tratamento especializado, acompanhamento psicopedagógico e escolar, além de oficinas de serigrafia, artesanato e computação.
O autismo é um distúrbio no desenvolvimento do indivíduo. A partir do segundo ano de vida, os sintomas começam a se manifestar: isolamento, dificuldades para fazer novas amizades, compreender regras sociais e apego à rotina. "Quanto antes for detectado, maior a chance da criança ter a vida mais próxima do normal", diz Fátima.
* O autismo foi descrito pela primeira vez pôr Leo Kanner, em 1943. Ele chamou a atenção da comunidade científica para um grupo de crianças gravemente comprometidas que não se enquadravam em nenhum dos diagnósticos, até então conhecidos. Uma das características que mais chamou a atenção de Kanner foi a incapacidade que estas crianças apresentavam de se relacionar com outras pessoas. Leo Kanner batizou o problema pôr ele descoberto como "distúrbio autístico do contato afetivo".
* Em 1945, Kanner descreveu o autismo em dois tipos: Autismo primário (que ocorreria desde o nascimento) e autismo secundário (que apareceria anos depois). Durante muitos anos, os cientistas denominavam o autismo de Síndrome de Kanner, em homenagem ao psiquiatra e pediatra que o descreveu pela primeira vez.
* Sinais de autismo em diferentes períodos da vida:
- De zero a 6 meses, o bebê autista não nota a chegada e a saída da mãe; custa a responder a sorrisos ou, simplesmente, não responde. Não levanta os braços para ser pego no colo, como faz a maioria das crianças aos 4 ou 5 meses. O bebê também demonstra falta de interesse pôr objetos como chocalhos, brinquedos, etc. Ele reage de maneira exagerada a dons, rejeita alimentos sólidos, preferindo os pastosos e só fala mais tarde, com dificuldade e, em geral, deixa de falar. Além disso seus distúrbios de percepção ficam mais claros;
- No segundo e terceiro anos de vida, a criança busca estimulação: pode arranhar a parede ou ranger os dentes para ouvir os ruídos, desenvolve curiosidade pôr texturas ou objetos brilhantes. Ela começa a apresentar estereotipais, tende a continuar de maneira repetitiva as atitudes normais de observar as próprias mãos em movimento e caminhar na ponta dos pés. A criança também apresenta movimentos de se ninar, bater a cabeça e balançá-la de um lado para o outro; pode ficar em pé rodando pôr minutos sem ficar tonto; demonstra interesse pôr movimentos giratórios; tenta evitar o contato olho a olho com as pessoas e usa a mão do interlocutor como se fosse uma pinça.
- No quarto e no quinto anos de vida, a maioria dos sintomas referidos continua, mas também se nota uma melhoria, inclusive em crianças não tratadas. A criança também começa a inventar pronomes. A diferença entre a inversão de pronomes de uma criança normal é a modulação na voz. A criança normal responde à pergunta "Você quer água?" com a afirmativa "Você quer água". A criança autista responde "Você quer água?" repetindo a entonação e o tom de voz do interlocutor.
- Dos seis anos até a adolescência, os sintomas diminuem a intensidade e há melhoras às respostas e estímulos sensoriais. Mas se o autista, até agora, não tiver falado, é difícil que venha a desenvolver a linguagem. A pessoa também perde suas características de autista clássico e se assemelha mais a uma criança retardada. Continua chamando atenção: é estranha e emocionalmente distante e aumentam suas crises comportamentais e a hiperatividade.
- Na idade adulta, as deficiências mentais do autista tornam-se mais acentuadas. É difícil, se não impossível, sem uma investigação cuidadosa de sua história de vida, diferenciá-lo de um retardado mental não autista. Os de Q.I. mais elevado e que chegam a desenvolver linguagem falada assemelham-se a esquizofrênicos, sendo muitas vezes até diagnosticados como tais. E, quando há fantasia, essa se confunde com a realidade.
DESTES ITENS BAIXOS ELE, THOMAS TEM NOVE CARACTERÍSTICAS FORTES.
QUE SÃO:
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1) AGE COMO SE FOSSE SURDO |
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2) RISOS E MOVIMENTOS INADEQUADOS |
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3) APEGO NÃO APROPRIADO A OBJETOS |
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4) NÃO MANTÉM CONTACTO VISUAL |
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5) MODO E COMPORTAMENTO INAQUADO E ARREDIO |
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6) NÃO DEMONSTRA MEDO A PERIGOS REAIS |
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7) RESISTE AO APRENDIZADO |
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8) ACENTUADA IPERATIVIDADE FÍSICA |
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9) NÃO SE MISTURA COM OUTRAS CRIANÇAS |
Quero muito colocar mensagens neste blog todos os dias por isso inicio esta semana deixando algumas coisas para vocês e esperando que você que ver este blog mande-me mensagens sobre o mesmo. Inicio mandando esta imagem sobre o autismo:


THOMAS ADORA O MICKEY COMO TODAS AS CRIANÇAS.

ESTE SOU EU E MEU "FILHINHO" THOMAS PROXIMA FOTO SERA MAIS RECENTE.